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Quinta-feira, Junho 03, 2004 :: 20:17
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Pessoal, agora o Impressões Digitais é exclusivo de irmaos.com. Para acessar, vá em www.irmaos.com. Essa mudança propiciou muito mais funcionalidade ao nosso blog. Está bem mais fácil de ler post antigos e você pode indicar nossas matérias por e-mail.
Um grande abraço,
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Quinta-feira, Maio 27, 2004 :: 00:54
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Datas
Sempre fui muito ligado a elas. Há algum tempo percebi a importância de registrarmos as datas especiais da nossa vida. Fazem parte da minha vida hábitos como anotar na contra-capa de um livro ou CD a data da aquisição. Graças a esse hábito sei que comecei minha coleção de CD em 18 de outubro de 1996 quando comprei o CD Shouts of Joy de Hosanna! Music.
Muitas datas "estranhas" ficaram marcadas em minha vida. Eu sei o que fiz no dia 8/8/88, por exemplo. Embora muitos dos leitores deste post ainda nem tivessem nascido na data, fui no saudoso Dodge da Evani Moda (de passageiro, é claro) apresentar a cidade para o Gil, na época namorado da Tereza, estudante de odontologia que foi brutalmente assassinada pela madrasta cerca um ano depois. Em 9/9/99 tomei um chuvão indo a pé para a universidade e pedi carona para um desconhecido pela primeira vez na vida. A boa samaritana me levou da entrada da UFSCar até a sala de aula. Em 2/2/2002 fiquei até de madrugada esperando dar 02h02m02s só pra registrar o momento.
Algumas datas eu vibro só de lembrar. Na final da Copa de 94 eu estava na casa de um amigo meu chamado Roberto. A de 2002 eu assisti numa chácara com o pessoal da igreja. Já a final de 98 eu vi na casa da minha vó Nair mas essa eu não ligo se esquecer.
Eu e a Adriana completaremos 1 ano e 9 meses de namoro no dia 5 do mês que vem, mas ainda fazemos questão de comemorar mensalmente a data. Pelo menos um recadinho no celular para registrar sempre rola. Também lembramos do dia em que nos encontramos pela primeira vez na internet e da data do primeiro "Eu te amo".
Embora eu nunca tenha começado um diário para anotar coisas assim, as datas ficam de uma maneira ou de outra registradas em minha vida. Tem ainda o dia do meu batismo e o dia em que dei o primeiro estudo bíblico, mas um acontecimento especial eu não posso comemorar todos os anos pois não sei quando aconteceu.
Nasci num lar cristão e desde criança fui educado nas Sagradas Escrituras. Basicamente aprendi a ler com a Bíblia e já decorava versículos desde os 2 anos de idade. Apesar disso, o dia mais especial de toda a minha vida passou sem ser registrado numa data específica: o dia da minha conversão. Ele simplesmente aconteceu. Lembro bem das circunstâncias. Foi numa segunda-feira a noite. Depois de meditar bastante no que tinha ouvido na noite anterior da professora Tânia (hoje casada com o irmão Rubens Gonçalves de Uberaba-MG), resolvi aceitar o convite feito por ela e entregar a vida para o meu Salvador. Eu tinha por volta de 5 ou 6 anos de idade.
Algum tempo depois meus coleguinhas de escola dominical me perguntaram quando tinha sido a minha conversão e eu disse a eles que não lembrava da data, só sabia que tinha sido numa segunda-feira à noite. (Inclusive, naquela música "Foi numa segunda" eu sou quase sempre o único que fica em pé na primeira parte da música, hehehe.) Aí um deles comentou: "Mas será que vale sem saber a data?" (Olha o grau!). Eu pensei comigo: "Mas é claro que vale!", mas fiquei quieto e pensativo.
Eu não lembro mesmo da data, mas eu tenho plena convicção de que minha vida foi transformada naquela noite de segunda-feira. Aos 5 anos de idade eu nem tinha uma vida devassa para abandonar, como muitos contam em seus testemunhos espetaculares, mas sou grato a Deus pela vida que Ele me deu a partir daquele dia. Ele me poupou de encarar muitas frustrações, de buscar a paz onde não havia e de viver uma vida de desilusões.
Pode ser que eu não me lembre da data e por isso não possa comemorá-la anualmente, mas daquele dia eu nunca vou esquecer e posso louvar a Deus todos os dias pelo resultado.
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Quinta-feira, Maio 20, 2004 :: 20:06
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Viver é crescer
A maioria das pessoas deseja viver profundamente e sugar todo o néctar da vida. Ninguém quer simplesmente existir. Ninguém admite o que apenas respirar é viver. Grande parte dos seres humanos está em busca da verdadeira vida. Vida que vai além de uma rotina diária que não preenche seus corações.
Talvez essa busca seja sua busca também. Mesmo você sendo cristão, talvez você ainda não saiba que é viver de verdade. A despeito de termos uma boa aparência e efetivamente estejamos respirando satisfatoriamente, a maioria padece de uma artificialidade e vazio de vida. Aparentemente, possui muito; mas intimamente confessa possuir muito pouco.
Não existe uma receita simples para se distribuírem àqueles que buscam a vida. Não há consenso sobre as necessidades fundamentais do seres humanos. Todos nós temos necessidades fisiológicas (comer, beber, descansar...) e psicológicas (segurança, auto-estima, reconhecimento, respeito...), entre outras. Entretanto, sejam quais forem as necessidades, há um consenso de que viver - ou seja, experimentar a plenitude da vida - é crescer. E crescer continuamente. Mas o que significa crescer? Que processo é esse que é a essência da vida? Entre outras coisas, crescer significa:
1. Crescer em nossos relacionamentos
Esse crescimento é tridimensional: relacionamento com Deus, com o próximo e conosco mesmo. Isto significa entender que os relacionamentos exigem. Seja qual for o nível de relacionamento, é imprescindível estarmos dispostos a dar, a investir tempo e energia, a ceder às vezes em nossas preferênciais e direitos, a deixar de lado os aborrecimentos e a oferecer vários tipos de apoio.
Os nossos relacionamentos estão intimamente ligados ao nosso grau de crescimento. Quanto maior for a profundidade do relacionamento (Deus, casamento, igreja, amizades, etc.), mais exigente será a relação e mais necessária será a nossa maturidade em dar de nós mesmos.
2. Assumir responsabilidade por nosso comportamento
A tendência normal das crianças é sempre jogar no outro a culpa de seu comportamento. Portanto, crescer também significa nos responsabilizarmos também por nossos comportamentos, sejam eles louváveis ou não. Se quisermos crescer de fato, devemos fugir da tentação infantil de nos refugiarmos numa vida de autopiedade, culpando qualquer um e qualquer coisa pela própria desgraça. Somos o que somos por causa das nossas escolhas e decisões; agimos como agimos não por força do mundo em volta de nós, mas porque decidimos assim ser e agir. Crescer, portanto, implica em ter a capacidade de reconhecer a nossa autonomia em nossas decisões e escolhas que acabam por determinar o nosso comportamento.
3. Ter uma compreensão realista do mundo
A pior coisa que pode acontecer a uma pessoa é ela ter olhos e não ver. Crescer significa também ter uma visão realista do nosso mundo. A maioria das pessoas, como as crianças, vêem o mundo a partir de seus sentimentos transformando-o numa espécie de Disneylândia - um mundo de fantasia e cores, ou uma casa mal-assombrada. O mundo tem que ser encarado com as suas próprias cores, nunca fantasiado como se fugindo da realidade pudéssemos resolver todos os nossos problemas. Para isso, temos que aprender a viver desfrutando do que possuímos em vez de ficarmos nos lamentando pelo que não possuímos. Esta é a visão madura da vida: não temos tudo e nunca teremos - mesmo o homem mais rico da terra; mas também não podemos dizer que não temos nada. Somos ricos com aquilo que já temos bastando-nos desfrutar da melhor maneira possível.
Por mais difícil e doloroso que seja o processo de crescimento, dependemos dele para sermos pessoas felizes e úteis nas mãos de Deus. Há riscos ao longo do caminho. Não chegamos lá voando por cima dos problemas. Chegamos lá lutando contra os obstáculos. É necessário, portanto, nos conscientizarmos da existência deles e não permitir que eles nos derrubem.
Viver é crescer!
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Terça-feira, Maio 18, 2004 :: 17:03
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Quando a morte passa perto
Diariamente vemos nos jornais e telejornais notícias de pessoas assassinadas ou envolvidas em acidentes e parece, para nós, uma coisa tão distante... Quanta gente morre todos os dias mas, por estarem longe de nós, nem notamos. As pessoas só começam a pensar na violência quando é o filho de um empresário que é assassinado ou quando uma pessoa bem chegada a nós enfrenta a dor.
A morte é uma triste mas justa conseqüência do pecado e pode estar mais perto de nós do que imaginamos. Foi algo parecido que enfrentou uma viúva nos tempos de Jesus. Ela já havia perdido seu marido e agora perdia seu único filho.
A revista Veja, numa pesquisa recente, relatou que a maior dor que um ser humano pode sentir é a perda de um filho. Em segundo lugar vem a perda de um cônjuge (marido ou esposa). Aquela mulher estava enfrentando as duas dores. Será que conseguimos imaginar a dor que ela estava sentindo? Acho que só quem enfrentou essa dor pode imaginar exatamente o que ela significa.
A Bíblia nos diz em Lucas capítulo 7 que aquele rapaz que estava sendo levado ao sepulcro era um jovem. Isso nos faz pensar que não existe idade para morrer. Podemos estar no fim da nossa vida sem ao menos ter uma doença grave. Como dizem, para morrer basta estar vivo.
Aquela mulher, sem esperança alguma, sem perspectiva de vida, encontra-se com o Senhor Jesus. Ele se compadece dela. Jesus pode se compadecer de nós porque Ele sabe o que é o sofrimento. Ele foi experimentado na dor. Compadecer significa sofrer junto e Jesus pode sentir a nossa dor. Por isso que Ele teve autoridade de chegar à viúva e dizer: "Não chore!".
Ao encontrar-se com o Senhor Jesus aquela mulher teve sua vida completamente transformada. De uma vida sem perspectivas, ela pôde retomar suas esperanças porque Jesus ressuscitou seu filho. A vida dela foi dividida em antes e depois do Senhor Jesus.
A sua vida pode ser dividida dessa maneira também se você tiver um encontro com Jesus. Você não precisa fazer nada. Tudo já foi feito por Ele na cruz. A única coisa que você precisa é reconhecer que precisa dEle, que sem Ele você não tem esperança e que só Ele pode transformar a sua vida.
Aí então, quando a morte chegar, você sabe com quem você vai.
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Quarta-feira, Maio 12, 2004 :: 01:05
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Não foi dessa vez
Na noite passada, um ônibus que transportava passageiros do interior de São Paulo para o norte do Paraná bateu em uma Belina que tentava ultrapassar um caminhão. Morreram 13 passageiros do ônibus e o motorista do veículo.
Não. Não estou contando isso simplesmente para relatar a notícia mas para contar que era pra minha namorada estar naquele ônibus. Ela está estudando em Maringá-PR. Na verdade, teve uma semana de aula e veio me ver por ter sido feriado na segunda-feira dia 10 pelo aniversário de Maringá. Ela acabou dando uma esticadinha e ficando mais um dia aqui comigo e deixou de pegar esse ônibus que se acidentou na estrada. Na segunda-feira a noite fomos comprar a passagem para ela viajar na noite de terça e vimos o ônibus saindo para aquela que seria, para alguns, a última viagem. A Adriana, minha namorada, chegou até a conversar com o motorista e a dar tchau para algumas pessoas que estavam dentro do ônibus, a maioria estudante da UEM - Universidade Estadual de Maringá. Segundo a Cláudia, irmã da Dri, ela matou aula e a aula salvou sua vida, hehehe.
Acontece que essa não foi a primeira vez que ela escapa de um acidente por não estar dentro de um ônibus que era para ela ter tomado. Em agosto do ano passado, ela perdeu um ônibus apesar de ter chegado 15 minutos antes do horário marcado para a saída. Ela chegou no guichê para comprar a passagem mas o vendedor tinha saído para fumar e voltou somente 5 minutos depois que o ônibus já havia saído. Ela acabou pegando o próximo ônibus, cerca de 2 horas depois, e passou pelo local do acidente que tinha acabado de acontecer matando também 13 pessoas.
Da próxima vez que você for tomar um ônibus, pense: "Será que a Adriana tomaria?" hahahaha. Brincadeiras à parte, estamos muito gratos a Deus por ter protegido nossas vidas nessas muitas viagens que precisamos fazer para nos encontrar. Namoro à distância tem suas emoções e seus riscos também :-) Mas é muito recompensador, principalmente quando se tem certeza que a outra pessoa foi escolhida por Deus para você.
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Quarta-feira, Maio 05, 2004 :: 15:07
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Luz no jeitinho
Você já reparou como o ser humano, a cada dia, gaba-se mais e mais da desonestidade? Os que passam os outros para trás são heróis e os que protestam são otários, idiotas ou excluídos. É uma total inversão dos valores. É o chamado jeitinho brasileiro.
Jeitinho brasileiro é guardar o troco a mais recebido no caixa do supermercado; é enrolar a aula fingindo que a matéria está sendo dada enquanto os alunos fingem que aprendem; é fingir que a apostila está aberta na matéria dada, mas usá-la como apoio enquanto se joga forca, batalha naval ou jogo da velha; é cortar a fila do cinema ou da entrada do show; é dizer que leu o livro, quando ficou só no resumo ou na conversa com quem leu; é marcar só o gabarito na prova em branco, copiado do vizinho, alegando que fez as contas de cabeça; é comprar na feira uma dúzia de quinze laranjas; é bater num carro parado e sair rápido antes que alguém perceba; é gravar um CD na casa do amigo alegando não ter dinheiro para comprar o original; é brigar para baixar o preço mínimo das refeições nos restaurantes universitários para sobrar mais dinheiro para a cerveja da tarde; é arrancar as páginas ou escrever nos livros das bibliotecas públicas; é arrancar placas de trânsito e colocá-las de enfeite no quarto; é trocar o voto por empregos, pares de sapato ou cestas básicas; é fraudar propaganda política mostrando realizações que nunca foram feitas.
É o jeitinho da perpetuação da burrice.
Será que ainda temos a falsa ilusão de que é possível todo mundo ganhar? Quando nós ganhamos alguma coisa desonestamente, com certeza alguém está perdendo. E, nesse caso, quem está perdendo é o país do jeitinho. Quando um país perde, todo mundo perde. E não adianta pensar que logo bateremos no fundo do poço, porque o poço não tem fundo.
O cristianismo ensina exatamente o contrário. Ensina que precisamos perder para ganhar e dar para receber. Ensina que precisamos ser lâmpadas, mostrando o caminho para as outras pessoas, brilhando a luz de Jesus. Enquanto só conseguirmos iluminar nosso próprio nariz, não faremos diferença alguma.
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Quinta-feira, Abril 29, 2004 :: 04:22
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O dinheiro (ou a falta dele)
Um trabalhador dos Estados Unidos pediu ao seu patrão um corte de 2/3 do seu salário para descer ao nível de pobreza. Ele argumentou que tornando-se mais pobre ele não pagaria imposto sobre o rendimento e, portanto, não teria que sustentar as políticas militares com as quais não concordava. Isso o tornaria mais coerente na prática das suas crenças. Um amigo íntimo dele comentou: "Ele tinha um forte compromisso com a justiça e a paz, e penso que esta era a sua maneira de o mostrar."
É claro que não estou escrevendo isso sugerindo que deveríamos seguir o seu exemplo, mas, sem dúvida, esse cara é uma pessoa que não quer que o dinheiro o afaste dos seus ideais. Ele fez-me lembrar Agur, o sábio autor de Provérbios 30. Agur expressou a preocupação de que a muita riqueza ou a pobreza extrema podem interferir num compromisso com Deus. Veja o que ele escreveu: "Duas coisas te pedi; não mas negues, antes que morra: Afasta de mim a vaidade e a palavra mentirosa; não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção de costume; para que, porventura, estando farto não te negue, e venha a dizer: Quem é o Senhor? ou que, empobrecendo, não venha a furtar, e tome o nome de Deus em vão" (Provérbios 30:7,9).
O trabalhador citado no início deste texto desistiu de parte do dinheiro. Agur não desejava ter muito nem pouco. Jesus fez uso dele em João 13:29. Paulo sabia o que era ter ou não o ter dinheiro (Filipenses 4:11-12). O jovem rico agarrou-se a ele (Lucas 18:23). Ananias e Safira morreram porque mentiram a Deus sobre ele (Atos 5).
O que dizer da nossa relação com o dinheiro? Usamos sabiamente essa dádiva de Deus ou deixamos que ele nos controle? É ele o nosso servo ou o nosso senhor? Não se esqueça de que não podemos servir a Deus e ao dinheiro (Lucas 16:13).
Mostre pra mim qual o valor do seu dinheiro,
Se a sua alma ele não pode salvar.
Com ele 'cê até compra o mundo inteiro;
Mas nada vale pois no céu não dá lugar.
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Segunda-feira, Abril 19, 2004 :: 15:30
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A verdadeira história
"Jesus Cristo não morreu na cruz". Foi isso o que eu acabei de ouvir na sala enquanto tentava almoçar. Quando estou sozinho em casa, não gosto muito de comer sentado à mesa, então ligo a TV só para distrair enquanto mastigo. O problema é que está cada vez mais difícil achar algo interessante para assistir, então acabo passando mais tempo procurando um canal interessante do que propriamente almoçando. Isso aconteceu hoje, mas um canal me chamou a atenção pois estavam fazendo uma mesa redonda sobre vida extra-terrestre. Foi lá então que eu ouvi falar sobre a "verdadeira história de Cristo".
Disse uma especialista em não sei o que que Cristo, "o maior homem que já pisou na Terra, de uma bondade incrível", não morreu na cruz. Ele apenas perdeu os sentidos e foi dado como morto mas, ao ser tirado da cruz, teve suas feridas tratadas e viveu até os 70 anos na Índia, depois de passar um tempo na China. Ela também disse que a Igreja não conta essa parte da história pois o seu ideal é controlar as massas. Segundo ela, se o povo ficasse sabendo disso, a religião não teria mais sentido.
Olha onde estamos, gente! Tem cabimento uma coisa dessa? Como que as pessoas preferem acreditar numa história sem cabimento como essa e não acreditar no que a Bíblia claramente diz? "... Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e foi sepultado e ressucitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras" I Coríntios 15:1-3.
Mas a própria Bíblia disse que chegariam tempos assim. Olha o que Paulo escreve à igreja em Roma: "tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu" Romanos 1:21. E Paulo não para por aí. Ele fala abertamente aquele grito de indignação preso em nossa garganta: "Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos" (v.22).
O mundo precisa de Cristo e nós, os cristãos, somos os escolhidos por Deus para levar a mensagem a este mundo obscurecido por sua própria "sabedoria". Não podemos nos calar! Precisamos vencer a timidez e o medo de ser excluído! O que Cristo fez por nós ultrapassa qualquer medo ou timidez e nos dá força para levarmos a Sua mensagem onde quer que seja.
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Terça-feira, Abril 13, 2004 :: 20:21
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A maravilhosa água
Conversando com meu amigo AndreZINHO durante o Imago Dei resolvi aceitar o desafio de me hidratar melhor durante o dia. Ele teve fortes cólicas renais antes do acampamento e isso me deixou preocupado. No começo deste ano o Gilmar, irmão da minha namorada, fez um ultra-som em mim só pra me mostrar como funcionava o exame e acabou detectando em um de meus rins alguns micro-cálculos. Ele disse que se eu não começasse a tomar bastante água aquilo poderia passar a ser algo sério e que poderia ser necessária uma cirurgia para reparar. Só que nem o exame nem seus conselhos serviram para me alarmar, apesar de eu ter ficado um pouco preocupado. Quando eu conversei com o André e ele contou sobre suas dores e sobre como seria a cirurgia caso ela fosse necessária, resolvi começar a andar com a garrafinha de água na mão.
Água é realmente um dom de Deus. Ela só faz bem. Beber água em abundância limpa as cordas vocais e os rins, além de ser muito importante para outras funções do organismo humano.
Não existe nada mais refrescante do que um banho de cachoeira. Quem nunca experimentou não sabe o que está perdendo. Não é como um banho qualquer. Quando você toma banho de mar, sua pele sai toda ressecada pelo sal. Mesmo o banho na sua casa não pode ser comparado com um banho de cachoeira pois a água encanada contém muito cloro e algumas outras substâncias que fazem parte do seu tratamento. A água da cachoeira purifica sua pele e dá uma sensação incrível de limpeza.
Tão essencial quanto a água para o ser humano é a Palavra de Deus. Ela é chamada de água pelo próprio Senhor Jesus. A diferença da água que encontramos na natureza para a água oferecida por Jesus é que, se bebermos da primeira, voltaremos a ter sede. Da segunda não (João 4:13,14). Se a primeira já é tão boa, imagine a segunda!
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Quinta-feira, Abril 01, 2004 :: 12:43
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O dia da mentira
Tudo começou em 1564, quando Carlos IX, rei de França, determinou que o ano começasse no dia primeiro de Janeiro, no que foi seguido por outros países da Europa. É claro que, no início, a confusão foi geral, de vez que os meios de comunicação ainda eram inexistentes. Não havia rádio, televisão, nem mesmo o jornal, pois a invenção da imprensa, por Gutemberg, só aconteceu muitos anos depois.
Antes de Carlos IX determinar que o dia primeiro de Janeiro fosse o começo do ano, este tinha início no dia primeiro de abril, o que resultou ficar conhecido como Dia da Mentira, por força das brincadeiras feitas com a intenção de provocar hilaridade.
Surgiram, então, as brincadeiras (que os franceses denominavam de plaisanteries) em todo o mundo, como a da carta que se mandava por um portador destinada a outra pessoa, na qual se lia o seguinte: "Hoje é primeiro de abril. Mande este burro pra onde ele quiser ir".
Seria um nunca acabar se fossem, aqui, relacionadas as brincadeiras referentes ao primeiro de abril. Até mesmo eram distribuídas cartas convidando amigos para assistirem ao enlace matrimonial de pessoas que nem sequer se conheciam, mencionando a igreja, o dia e a hora em que seria celebrado o suposto casamento.
Vejamos alguns primeiros de abril pregados pela imprensa mundial, conforme relata a revista Isto é, de são Paulo, n- 1488, edição de 8 de abril de 1998: 1) "A África do Sul comprou Moçambique por US$ 10 bilhões. O anúncio do negócio fora feito na organização das Nações Unidas pelo presidente sul-africano Nelson Mandela. Deu no jornal Star, de Johannesburgo; 2) A Rádio Medi, de Tânger, no Marrocos, noticiou que o Brasil não iria participar da Copa do Mundo porque o dinheiro da seleção seria usado na luta contra o incêndio em Roraima; 3) A minúscula república russa Djortostão declarou guerra ao Vaticano. Motivo: arrebatar o título de menor Estado da Europa. Para tanto, ele teria doado seis metros quadrados de seu território a uma república vizinha. Isso tudo de acordo com o jornal Moscou times; 4) Diego Maradona, ex-capitão da seleção argentina de futecol, é o novo técnico da seleção do Vietnã. Deu nos principais jornais vietnamitas; 5) Ao deixar o Senegal, o presidente americano Bill Clinton seria acompanhado de uma comitiva formada pelos primeiros 50 senegaleses que fossem à embaixada para pedir visto de entrada nos EUA. Assim informou o jornal Le Soleil, do Senegal. Centenas de senegaleses acreditaram na mentira e correram para a embaixada americana."
Noticiando o falecimento de Maurício Fruet, ex-prefeito de Curitiba e ex-deputado federal, a revista Isto é, São Paulo, n- 1510, edição de 9 de setembro de 1998, informou que ele "era considerado o parlamentar mais brincalhão e espirituoso que passara pela câmara dos Deputados. Um exemplo: convocou uma falsa reunião de todo o secretariado do então governador Roberto Requião no dia 1- de abril de 1990 (havia 15 dias que Requião tomara posse). Os Secretários, sem entender nada, passaram toda a madrugada no palácio Iguaçu. De manhã, Fruet fez chegar a informação de que era um trote do Dia da Mentira."
Fonte: http://www.soutomaior.eti.br/mario/paginas/cro_diam.htm
Apesar de parecer uma brincadeira inocente que só visa celebrar este dia, devemos fugir da mentira pois ela é abominável aos olhos de Deus.
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